sábado, 7 de junho de 2008

SI-IV

Neste SI -IV pude visualizar a importância do auto-planejamento. A noção de que se deve realizar um auto-aperfeiçoamento de forma contínua não é nova para mim, pois sempre leio muito e converso muito com colegas que cursam outras faculdades. Porém, o que há de novo é que devemos planejar para isto e ainda a idéia de criar grupos de discussão e estudo com pessoas que também tem este interesse. No meu pllanejamento inicial, para este semestre, ainda coloquei necessidades muito individuais, mas que preciso satisfazer para a própria faculdade no momento.

TICS

Na interdisciplina TICS, pude aprender sobre a escrita colaborativa. Achei bastante interessante examinar o que já havia sido escrito pela colega e, após ler textos sobre o assunto em questão, dar continuidade ao texto, de forma que houvesse um mesmo sentido de abordagem. Demanda bastante vontade, pois não é exatamente difícil. Temos que nos disponibilizar em focar atenção para interpretar, o mais corretamente possível, o que foi escrito anteriormente. Outra situação de aprendizado ocorreu ao saber que também na área das tecnologias existem profissionais discutindo as concepções de aprendizagem a partir dos recursos desta, em uma perspectiva libertária, onde não é a máquina o centro , mas sim o ser humano que a utiliza. Eu ainda trazia , por falta de informações, uma visão preconceituosa à respeito do tema.

REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELOS ESTUDOS SOCIAIS

Nesta interdisciplina, percebi a importância clara de procurar planejar desde o início de forma que o aluno acesse suas memórias. Através delas podemos construir com mais facilidade as noções de espaço e tempo e trabalhar de forma mais integrada. Sempre trabalhei com a identidade das crianças, mas levá-los às suas lembranças que se dão através da memória de seus familiares não havia trabalhado tão intensamente. Muitas vezes fica-se trabalhando a parte de geografia dos Estudos Sociais sem vinculá-la a esta identidade construída por memórias.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Ciências Naturais

Lendo os textos do módulo 1, na interdisciplina de Ciências Naturais, percebi o quanto ainda trabalho de uma forma que revela uma concepção tradicional de apresentação de conteúdos nesta área. Apesar de tentar apresentar atividades que sejam atrativas às crianças, ainda falta um encadeamento de planejamento no sentido de considerar suas hipóteses e problematizar para que elas tentem elaborar conceitos, tomando em conta suas experiências no cotidiano. No módulo 2, o trabalho com luz e sombra, de uma forma tão fácil me trouxe clareza à respeito disso. Vejo também, que tenho que procurar mais, autores com esta visão de autonomia por parte da criança, pesquisar mais sobre a historicidade das ciências.

Matemática

Uma aprendizagem importante para mim foi o conceito de campo aditivo e o entendimento da necessidade de as crianças realizarem contas de cabeça. A pesar de falar muito na importância de estimular o raciocínio lógico, me dei conta de que ficava muito centrada no algorítmo. Incidindo muito nos passos da conta, nas regras. Embora já tentasse trabalhar com charadas, material manipulativo concreto, não percebia o quanto focar somente na escrita correta da conta pode estar tolhendo a capacidade de raciocínio das crianças. A possibilidade de realizar mais associações e permitir as crianças fazerem seus registros da forma que lhes parece mais fácil, conhecida e confiável me deixou mais aliviada no sentido de conseguir acreditar mais na capacidade da própria criança.

domingo, 6 de abril de 2008

Reflexões sobre as linhas de tempo de colegas e da minha.

Tive a oportunidade de ler as linhas de tempo das colegas Isabel Cristina Machado, Sirley Wolschick de Souza e Ana Adállia Mena da Silva. O que percebi em comum , foi um vínculo familiar muito forte, com a crescente construção da vida pessoal de forma bastante saudável. No entanto, enquanto as "grandes decisões são tomadas no país, no caso sobre tecnologias em educação, no dia a dia todas elas viveram sem ter acesso a estas decisões.Tudo fica restrito a uma faixa intelectual privilegiada, ainda que no papel aprosposta fosse outra. A ùnica excessão foi Isabel que ainda teve acesso em seu emprego. Da mesma forma, minha trajetória de vida pessoal se deu à margem do desenvolvimento tecnológico, ainda que estivesse sempre voltada para a democratização de todas as áreas que tangem ao desenvolvimento humano. Só vim a ter contato sistemático com computadores quando fui diretora do Museu Arqueológico do RS no Governo Olívio, em nível Estadual.