domingo, 10 de outubro de 2010

postagem2 - semestre2/2010 - comparações entre blog, wiki e e-mail

Na época em que fiz a comparação, esses três recursos de comunicação, possuíam um determinado sentido para mim, que aliás está expresso na postagem. Agora, eu diria que o blog se apresenta mais formal, pela razão de que é uma publicação que pode ser acessada por um contingente enorme de pessoas, conhecidas ou não. O pbwiki, que atualmente para nós transformou-se no pbworks, também pode ser acessado, mas nem sempre possui a intencionalidade de que seja assim. Já o blog, quase sempre é construído com essa finalidade, a de ser acessado por outros. O pbworks é um programa que apresenta muitos recursos. A criação de novas páginas é um fator bastante importante na minha escolha de trabalhar um P.A, por exemplo. Podemos classificar, configurar melhor o trabalho, tanto em partes como no todo. Quanto ao e-mail, ainda é o meu preferido para conversar com qualquer pessoa. Não tenho muito interesse na comunicação pelo orkut e outros similares, a não ser para localizar alguém.

postagem 1 - semestre 2/2010 - teias agosto de 2007

Estive relendo as postagens de agosto de 2007, referentes à teia construída por todas a colegas e o Edson. Penso que naquele momento, foi uma forma interessante de aprender vários recursos como a própria construção do blog, que se deu aí, nessa tarefa. Além de procurarmos selecionar o que colocar diariamente, pois deveriam ser informações atrativas para a leitura, precisamos aprender a mexer com os recursos do blog. Pelo menos, para mim, que ainda não tinha o meu, foi uma novidade, realmente. Salvar, publicar, comentar os outros blogs abrir e ler os comentários deixados no meu, colocar as tags, editar. Além disso, foi uma atividade que permitiu maior aproximação entre colegas, de forma lúdica, inclusive. De minha parte, senti curiosidade de ler o que as outras e o Edson havim escrito, e também perceber o estilo de escrita de cada um. Gostei bastante daquela atividade. Esta é uma atividade que pode ser explorada com as crianças, pois auxilia a construção da escrita e a autoria, aláem de propiciar a interação entre elas.

domingo, 16 de maio de 2010

Teoria

A cada vez que faço minhas reflexões da semana, vejo o quanto a teoria é importante para nortear nossa prática. Volto e releio e, sinceramente, tenho me sentido mais segura e fortalecida nas atividades que desenvolvo com as crianças. Gostaria de fazer referência a uma reflexão que fiz em meu pbwork na semana 5 com relação aos meus aprendizados. "O meu grande aprendizado, quanto a isso, é que não se pode mais exercer uma prática sem mergulhar, também, na teoria. Teoria e prática não se opõem, como muitos afirmam tentando minimizar a relevância teórica. A afirmação de que "a teoria na prática é outra", pode até ser constatada, mas não justifica desqualificação da teoria. Uma joga luz sobre a outra e se transformam permanenetemente. Até porque a teoria não é para ser aplicada apenas, senão cairíamos nas raias do autoritarismo. A teoria é formulada, sempre, já a partir de uma outra prática que por sua vez também já modificou a teoria existente anteriormente. A teoria é utilizada para ser mediada, para ao encontrar a prática, ser refutada ou comprovada e a partir daí, auxiliar em tomadas de decisões a respeito de uma prática que venha mais ao encontro dos desejos de quem pratica." Ao praticar, procurar a teoria, relê-la, tenho encontrado vários pontos complementares entre vários pesquisadores e percebo que a teoria realmente facilita minha prática, me fornecendo subsídios para perceber mais claramente o que está acontecendo com as crianças, quais suas dificuldades e onde encontram facilidades que sobre as quais posso incidir. Apesar de eu ler bastante, sempre, após o PEAD, minha visão se ampliou. A forma como foi passada a teoria foi bastante didática e isso estou tentando repassar aos meus alunos. Uma forma simplificada de apreender a teoria.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Passos do PA

Quando realizamos o esboço de arquitetura pedagógica para esse ano, coloquei tudo o que realmente pensava fazer com as crianças para esse semestre. Logicamente, fiz as adaptações necessárias depois do início das aulas, após conhecer minimamente a turma. Tenho seguido todos os passos e estou cada vez mais encantada de utilizar o laboratório de informática. A atividade disparadora foi uma ida à Porto Alegre, onde visitamos vários locais, conforme já relatei em postagens anteriores, depois fiz uma atividade de recorte e colagem onde as crianças representaram através de uma imagem o que queriam pesquisa, ou seja, "conhecer mais sobre". Uma menina fez o papel de relatora e copiou do quadro as diversas perguntas. Mais tarde, um dos grupos elaborou sua pergunta, embora em vez de refiná-la, ampliou-a. Mas, sob meu ponto de vista está de acordo com seu pensamento infantil e de acordo com sua curiosidade. Os dois outros grupos ainda definirão as perguntas. Dois grupos pesquisarão sobre os aviões, dois sobre pintura e um sobre escultura. Para criar os pbworks das crianças, no entanto, tive de antecipar alguns passos, que havia previsto para depois e não havia me dado conta que eles precisavam vir antes. Primeiramente nós copiamos em um editor de textos uma lista de palavras solicitada sobre o passeio.(oportunidade de trabalhar ortografia) Depois criamos os e-mails de cada um da turma, em seguida criamos o pbworks de cada um, já abrimos a FrontPage com dados de identificação(também trabalhando letra maiúscula e minúscula em nomes próprios) e hoje eles inseriram um gif de flores na página para enfeitá-la. Não conheciam os gifs, ficaram fascinados. Quando inseriram, então, exclamaram, um "oh!" geral. Parecia que estavamos fazendo mágica.
Tenho ido quase todos os dias ao laboratório. E estou começando a tomar o gosto de trabalhar com as crianças no laboratório. Esse talvez esteja sendo o meu grande aprendizado no estágio. Vejo como as crianças se acalmam e progridem no manuseio das ferramentas existentes no computador. Além disso, criamos uma tabela que já havia sido feita no caderno. Viram como era fácil e prático. Fico contente, pois antes as crianças só desenhavam e jogavam, o que já era bom... mas com a internet as opções tornaram-se infinitas para o aprendizado do uso das tecnologias.

terça-feira, 4 de maio de 2010

As costuras de conteúdo.

Algumas vezes, me pego preocupada quanto a visão que os planos de aula provocam em quem os lê. Em uma primeira leitura, pode parecer que não há uma vinculação entre as áreas de conhecimento que estão sendo desenvolvidas. Mas na aula, eles se entrecruzam o tempo inteiro. Ocorre que nem sempre se consegue trabalhar sobre uma mesma atividade, durante todo o tempo, pois ela vai perdendo o gosto de novidade e as vezes se torna um pouco extensa. Mesmo as atividades que envolvem ludicidade, na dimensão da criação, e do prazer, como pintura, dança, música ou jogos, sempre, em uma turma, as individualidades se sobrepõem ao coletivo e temos de estar cuidando para que não perca seu sentido e cause agitação. Minha preocupação, é retornar ao assunto, até que se descubra um fechamento para ele, mas que esse já seja um pequenino gancho para a próxima atividade. Apesar de saber que não é o ideal cortar uma atividade, também sei que como educadores precisamos discernir entre o que é cortar e o que é aproveitar uma deixa para parar e transformar em estímulo a fim de que haja uma continuidade, em outro momento. Específicamente para a turma 142, oriunda de uma situação social de exclusão do acesso aos bens culturais, oportunizar-lhes novas formas de olhar a informação, transformando-a em conhecimento, em aprendizagem, requer muita calma. A procura dos vínculos entre as áreas ocorre em meio a muitas tentativas.

terça-feira, 20 de abril de 2010

O Vendedor de frutas




Na primeira semana de atividades, dentro do estágio, o que mais me chamou a atenção, foi o fato de a turma com sua característica de bastante agitação, ter conseguido realizar um trabalho com tinta, sem fazer muita sujeira, limpar e oganizar tudo, ao final com bastante tranquilidade, com muitos ajudando e acima de tudo como estavam focados naquilo que faziam. (a reprodução de uma imagem do quadro de Tarsila do Amaral " O vendedor de frutas". Na verdade, escolhi esse quadro, pois ela apresenta uma figura masculina, que tanto pode ser um rapaz, como um menino ou um adulto. A mim, me pareceu um menino, uma criança, portanto. E o fato de ele vender frutas em um barquinho, me remeteu à comparação de que muitas crianças da turma trabalham remuneradamente, como já comentei em outras postagens. Talvez inconscientemente, o quadro me chamou a atenção pela semelhança de situação; parecer uma criança trabalhadora. Os desenhos ficaram muito bons. Pretendo colocar algumas imagens deles, na parte de anexos, dentro das reflexões da semana no pbworks. Já está andando o planejamento para uma releitura do quadro. Onde introduzirão a modificação de elementos do quadro. Achei importante, primeiramente reproduzirem, mas da forma como quisessem para se familiarizarem. Penso que seja mais difícil a releitura sem a aproximação inicial.